Mais de 70 leitores adquiriram o romance “Separada & Dividida” na Bienal 2016. 

01A feira aconteceu no pavilhão do Anhembi, em São Paulo, de 28 de agosto a 04 de setembro.

Veja as fotos:

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COMO É TRISTE O NÃO SER!

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Algo sempre é. Uma pedra, uma árvore, uma identidade. Por si só, basta. E conhecemos de tal forma seu estado de ser que não há rótulos: há certezas. Mas o homem, dotado de seu livre arbítrio, diante da responsabilidade e do comprometimento de ser, opta, muitas vezes, por não ser. Impossível não ser? A que serviço se presta, então, a mentira? A que benefício serve a mentira? A quem convém a mentira, senão ao Não Ser? “Não é” é o homem que mente! Em palavras, estratégias, intenções ou ações. Ele “não é” como recurso de fuga ao que lhe compete assumir, enquanto vive na ilusão de ser, estar, existir. Ora, aquele que não é, não existe!

É a maior das tragédias! Quão miserável é fugir ao exercício de vida plena.

É a maior das loucuras! Quão insana é a negação da verdade.

É a maior solidão! Quão desintegrado permanece aquele que não é.

Enquanto isso: a chuva cai, o vento sopra, a terra gira. É a vida que segue altiva, apesar daquele que insiste em não existir. A ele, o meu mais profundo pesar: pois como é triste a sua opção por não ser!

Clélia Gorski

Jornalista e Autora do livro “Separada & Dividida”

 

A SOCIEDADE ACORDOU: HÁ DEZENAS DE HOMENS SOBRE UMA MULHER!

 

A mulher agoniza por sobrecarga de funções, papéis, expectativas, exigências, rótulos e afins, enquanto tenta se equilibrar numa sociedade já aquém de machista – uma sociedade, sim, hipócrita, por afirmar estar a caminho do equilíbrio, e cruel, por insistir numa igualdade que não existe, enquanto pesa sobre a mulher o ônus de tentar acertar uma equação que não tem lógica: não existe igualdade de gêneros! A natureza nos fala: não somos iguais em gêneros. Devemos, sim, ser iguais em direitos e complementares nos gêneros.
É imprescindível que identifiquemos o Ser Masculino e o Ser Feminino como são: diferentes e complementares. Sem este olhar, continuaremos a criar bestas, loucos e aberrações capazes de atrocidades como a que assistimos: pisotearam uma flor!
Esta flor não é só bela na forma: é perfeita como natureza. Inspira proteção, carinho, amparo e admiração. Reações contrárias são sinais de insanidade. Sim: a humanidade está insana!
Precisamos nos curar e o primeiro passo é o reconhecimento e a valorização do que somos: diferentes e complementares.
Mulher: permita-se ser, naturalmente ser! Sua dignidade é a sua força; sua delicadeza, o seu potencial; sua graça, a sua vitória.
Homem: honre o seu Ser! Seu caráter é a sua força; seu comprometimento, o seu potencial; sua atitude, a sua vitória.
Uma flor pisoteada não tem graça: tem cicatrizes! E se ela não for recebida como tal, uma flor, suas cicatrizes não fecham, seu perfume não exala, sua beleza não se revela.
Tiremos, pois, o peso extra sobre a mulher e veremos o valor da sua graça!
Busquemos, pois, o equilíbrio entre o masculino e o feminino e criaremos uma sociedade mais justa, equilibrada e humana.
E que viva a diferença, com toda sua força e esplendor!
CLÉLIA GORSKI – Jornalista e autora do livro Separada & Dividida.

Sobre Mitos e Heróis

Mitos e Herois

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Entre contas a pagar, trapaças a desviar e enganos a perdoar, temos nossos sonhos. Juntos a eles, talentos e esperança como ferramentas de trabalho para avançarmos na meta: chegar lá!

Mas, por que afinal nos perdemos no percurso? Por que, após abaixarmos a cabeça voltada para o céu para não tropeçamos nas pedras do caminho, não voltamos ao céu?

Algumas vezes, sim… outras vezes, não… E entre o sim e o não, o tempo caminha como um rio em direção ao mar: o infinito!

“Serás”… Será que no infinito eu vou chegar lá? Será que essas pedras – contas, trapaças e enganos – não vão continuar se amontoando impedindo a minha passagem para a minha meta?

É preciso pagar as contas. É preciso não permitir a trapaça. É preciso perdoar. Mas tão mais preciso será eu chegar lá…

E quando eu chegar… Quando eu chegar: eu poderei saber a diferença entre mitos e heróis.

E daí, quisera eu pudesse voltar para este mundo de limitações para dizer que é possível: o lá existe!

Mas, ah… disto eu tenha certeza: quem chega lá não volta. Quem chega lá é um herói… E heróis e mitos não coexistem. São apenas possibilidades de sermos um para deixarmos de sermos outro.

E aí reside o grande o motivo da vida: ser um Herói, matar o mito e vencer!

Clélia Gorski.
Jornalista e Escritora