COMO É TRISTE O NÃO SER!

3D female jogging on beach at sunset with her dog

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Algo sempre é. Uma pedra, uma árvore, uma identidade. Por si só, basta. E conhecemos de tal forma seu estado de ser que não há rótulos: há certezas. Mas o homem, dotado de seu livre arbítrio, diante da responsabilidade e do comprometimento de ser, opta, muitas vezes, por não ser. Impossível não ser? A que serviço se presta, então, a mentira? A que benefício serve a mentira? A quem convém a mentira, senão ao Não Ser? “Não é” é o homem que mente! Em palavras, estratégias, intenções ou ações. Ele “não é” como recurso de fuga ao que lhe compete assumir, enquanto vive na ilusão de ser, estar, existir. Ora, aquele que não é, não existe!

É a maior das tragédias! Quão miserável é fugir ao exercício de vida plena.

É a maior das loucuras! Quão insana é a negação da verdade.

É a maior solidão! Quão desintegrado permanece aquele que não é.

Enquanto isso: a chuva cai, o vento sopra, a terra gira. É a vida que segue altiva, apesar daquele que insiste em não existir. A ele, o meu mais profundo pesar: pois como é triste a sua opção por não ser!

Clélia Gorski

Jornalista e Autora do livro “Separada & Dividida”

 

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